quinta-feira, 5 de maio de 2011


É preciso esquecer tudo, por Rubem Alves

Convido vocês a me acompanhar na retomada do tema da Escola da Ponte. A razão? É que essa escola tem sido tão falada que, considerando-se a importância pedagógica e política da educação, pensei que seria apropriado dedicar-me um pouco mais àquilo que ela tem de revolucionário e inovador, porque é possível que tenhamos muito a aprender...

Era o ano 2000. Comecei a receber e-mails de Portugal. Quem os enviava era um professor que eu não conhecia, Ademar Ferreira dos Santos. É que ele conhecia uma brasileira que lhe emprestara um livrinho meu.

segunda-feira, 2 de maio de 2011


Secretaria não atenderá reivindicações de professores

Publicação: 02 de Maio de 2011 às 12:44
tamanho do texto A+ A-

Marco Carvalho - Repórter

A secretária estadual de educação, professora Betânia Ramalho, afirmou na manhã desta segunda-feira, 2, que o Governo do Estado não tem condições financeiras de atender às reivindicações feitas pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte/RN). A professora recebeu em seu gabinete no final da manhã representantes do protesto.

Emanuel AmaralProfessores protestam em frente à governadoriaProfessores protestam em frente à governadoria
Ela declarou que a “melhor saída é sentar para conversar, de modo que os alunos não saiam prejudicados”. “Fiquei surpresa com a falta de boa vontade dos professores em decidirem pela greve. Enviei nota sexta-feira passada para discutir questões contraditórias e hoje fui informada de tal decisão”, comentou a secretaria.

Na manhã de hoje, os representantes do Sinte protocolaram o ofício em que as reivindicações da greve são esclarecidas e oficializadas. A decisão pela paralisação ocorreu sexta-feira passada em assembleia, mas não recebeu apoio total da classe.

A presidente do Sinte, Fátima Cardoso, esclarece a motivação da greve. “Queremos uma equiparação de salários pagos no âmbito estadual e que não é aplicado para profissionais da educação”. Segundo ela, há uma defasagem em mais de 100% no pagamento de certas categorias e a situação se mostrou insustentável.

A categoria não aceitou o pedido da Secretaria Estadual de Educação em prolongar por mais 120 dias a discussão sobre o aumento reivindicado. “Já aguardamos 120 dias e esse pedido de prolongamento foi incompatível com as nossas necessidades”, encerrou.


Fonte: www.tribunadonorte.com.br