De hoje (04.03.11) até terça-feira próxima (08.03.11) estaremos em clima carnavalesco!
Independente de raça, credo religioso, opção sexual, nós brasileiros somos embalados pelos sons dos batuques do carnaval, pois o País vive este momento em todos os cantos e lugares. Portanto, ou somos sujeitos protagonistas ou estamos no segundo escalão do grande enredo do carnaval.
E viva a festa do Rei Momo!
Paz e moderação no coração de todos os foliões!
sexta-feira, 4 de março de 2011
03/03/2011 Educação Municipal
Assembleia delibera manutenção da greve em Natal
A assembleia realizada na manhã desta quinta-feira (3) pelos educadores municipais deliberou a manutenção da greve. Após a discussão, os educadores organizaram o “Bloco da Educação”. Caminharam da Assem, onde haviam se reunido, até a Praça Kennedy. Durante o percurso, os carros de som trocaram as tradicionais palavras de ordem por músicas de carnaval e os manifestantes denunciaram à população a situação da Educação Pública Municipal.
Uma nova assembleia será realizada para discutir o encaminhamento da greve, na próxima quinta-feira, 10. Desta vez, o encontro será na Zona Norte de Natal, na Escola Iapissara Aguiar, às 14h.
Fonte: www.sintern.org.br
04/03/2011 Geraldo Melo
Sindicalizados devem atualizar documentos para Ação
Sindicalizados dos anos 89, 90 e 91 com direito à Ação de Geraldo Melo devem agilizar a entrega dos contracheques dos referidos anos para a execução do processo. Caso os trabalhadores não enviem a documentação solicitada ao Sinte não poderão receber os valores, que estão disponíveis desde 2010 para pagamento, e terão o direito prescrito.
Fonte: www.sintern.org.br e, 04.03.2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
ANIVERSARIANTE DO MÊS
Parabéns à Escola Municipal Prof. Eudo José Alves que hoje - 02.03 - está completando 06 anos de criação e que através dos seus diversos segmentos escolares busca ofertar uma educação de qualidade para os seus alunos.
"PARABÉNS EUDO JOSÉ"
"VIDA LONGA AO EUDO"
Da Equipe Gestora
02/03/2011 Educação Municipal
O desembargador afimou que as hipóteses de competência do Tribunal de Justiça estão previstas no artigo 71 da Constituição Estadual e no artigo 18 da Lei Complementar n.º165/1999. Não há Lei que enquadre o processo que visa a paralisação do movimento grevista dos educadores do município de Natal. "Como não existe previsão legal que estabeleça a competência desta Corte no caso, outra alternativa não resta senão reconhecer sua incompetência para processar e julgar originariamente o feito", afirmou o Desembargador.
Para a coordenadora do Sinte-RN, Fátima Cardoso, a decisão do desembargador deu mais fôlego ao movimento. “A decisão foi sábia e em defesa da educação. Mas, esperamos que a Secretaria Municipal de Educação busque uma negociação com a categoria para que possamos por fim à greve porque essa é uma inquietação não apenas dos professores, mas sobretudo das famílias de Natal".
A secretária interina de Educação, Adriana Trindade, disse que independente da decisão judicial, vai tentar o retorno dos professores depois do carnaval. A ideia é antecipar para hoje a audiência que o Sinte teria amanhã com a Secretaria Municipal de Planejamento para recomeçar as negociações.
Fonte: http://www.sintern.org.br/ em 02.03.2005
TJ não julgará greve dos educadores da Capital
O pedido de ilegalidade da greve dos professores municipais deverá ser julgado por uma das Varas da Fazenda Pública de Natal e não pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), segundo grau de instância, como queria a Prefeitura de Natal. O desembargador Virgílio Macêdo Jr. declinou da competência de julgar o processo na manhã de ontem encaminhando a uma das Varas. A ação cível de pedido de decretação de ilegalidade da greve tem como réu o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Rio Grande do Norte (Sinte/RN). Ao mesmo tempo o Sinte-RN havia pedido que a greve fosse considerada legal.O desembargador afimou que as hipóteses de competência do Tribunal de Justiça estão previstas no artigo 71 da Constituição Estadual e no artigo 18 da Lei Complementar n.º165/1999. Não há Lei que enquadre o processo que visa a paralisação do movimento grevista dos educadores do município de Natal. "Como não existe previsão legal que estabeleça a competência desta Corte no caso, outra alternativa não resta senão reconhecer sua incompetência para processar e julgar originariamente o feito", afirmou o Desembargador.
Para a coordenadora do Sinte-RN, Fátima Cardoso, a decisão do desembargador deu mais fôlego ao movimento. “A decisão foi sábia e em defesa da educação. Mas, esperamos que a Secretaria Municipal de Educação busque uma negociação com a categoria para que possamos por fim à greve porque essa é uma inquietação não apenas dos professores, mas sobretudo das famílias de Natal".
A secretária interina de Educação, Adriana Trindade, disse que independente da decisão judicial, vai tentar o retorno dos professores depois do carnaval. A ideia é antecipar para hoje a audiência que o Sinte teria amanhã com a Secretaria Municipal de Planejamento para recomeçar as negociações.
Fonte: http://www.sintern.org.br/ em 02.03.2005
O velório da gestão em Natal
A cena é triste. Snif! Snif! Muito triste. Snif!
O clima é de velório. Para muita gente em Natal, a administração da prefeita Micarla de Sousa (PV) simplesmente morreu.
Para alguns, é hora de velar o "corpo". Chorar, talvez, o voto perdido. Encomendar o defunto e entregar a Deus.
O que me chama atenção no enterro político da gestão em Natal é a falta de líderes partidários para pegar na aba do caixão da prefeita-borboleta.
José Agripino Maia, cacique-aliado de primeira hora, não toma conhecimento do féretro. O Democratas desembarcou da gestão de Micarla há muito tempo. Deve lançar Felipe Maia para prefeito de Natal.
João Maia (PR), outro aliado de primeira hora, não deve mandar sequer uma coroa de flores. O PR articula a candidatura de Adão Eridan.
Robinson Faria também pulou fora já que o PMN pode lançar Fábio Faria ou o próprio Robinson. Eu não acredito que o vice-governador mande representante para o cortejo fúnebre.
Rogério Marinho não quis gastar vela com defunto ruim. O líder do PSDB declinou do convite para compor o "novo" secretariado da prefeita-borboleta.
Henrique Eduardo Alves não tem vocação para velha carpideira - aquela figura que é paga para chorar nos enterros alheios. Ele vai ficar com o filé da administração de Micarla - Semopi e Semob - mas não irá formalizar o apoio do PMDB à gestão da pevista. Pegar na aba do caixão? Nem pensar. O PMDB deve lançar candidatura própria: Waltinho ou Hermano.
Pois é. Quem vai velar a gestão de Micarla? Quem?
A impressão que a gente tem é que o velório da gestão em Natal deve varar a longa e fria madrugada - quase dois anos de mandato ainda - com alguns poucos familiares e meia dúzia de gatos-pingados.
A cena é triste. Snif! Snif! Muito triste. Snif!
Mas é preciso ter fé. Acreditar na ressurreição, talvez. Quem sabe a prefeita Micarla de Sousa não encontra a salvação na parceria com o Governo Federal? Quem sabe?
Já imaginou revivermos a cena bíblica?
Dilma Rousseff, como um Cristo salvador, liberando verbas e obras para Natal, poderá dizer:
- LEVANTA-TE, LÁZARO!
Ou melhor: - LEVANTA-TE, MICARLA!
Para alguns, é hora de velar o "corpo". Chorar, talvez, o voto perdido. Encomendar o defunto e entregar a Deus.
O que me chama atenção no enterro político da gestão em Natal é a falta de líderes partidários para pegar na aba do caixão da prefeita-borboleta.
José Agripino Maia, cacique-aliado de primeira hora, não toma conhecimento do féretro. O Democratas desembarcou da gestão de Micarla há muito tempo. Deve lançar Felipe Maia para prefeito de Natal.
João Maia (PR), outro aliado de primeira hora, não deve mandar sequer uma coroa de flores. O PR articula a candidatura de Adão Eridan.
Robinson Faria também pulou fora já que o PMN pode lançar Fábio Faria ou o próprio Robinson. Eu não acredito que o vice-governador mande representante para o cortejo fúnebre.
Rogério Marinho não quis gastar vela com defunto ruim. O líder do PSDB declinou do convite para compor o "novo" secretariado da prefeita-borboleta.
Henrique Eduardo Alves não tem vocação para velha carpideira - aquela figura que é paga para chorar nos enterros alheios. Ele vai ficar com o filé da administração de Micarla - Semopi e Semob - mas não irá formalizar o apoio do PMDB à gestão da pevista. Pegar na aba do caixão? Nem pensar. O PMDB deve lançar candidatura própria: Waltinho ou Hermano.
Pois é. Quem vai velar a gestão de Micarla? Quem?
A impressão que a gente tem é que o velório da gestão em Natal deve varar a longa e fria madrugada - quase dois anos de mandato ainda - com alguns poucos familiares e meia dúzia de gatos-pingados.
A cena é triste. Snif! Snif! Muito triste. Snif!
Mas é preciso ter fé. Acreditar na ressurreição, talvez. Quem sabe a prefeita Micarla de Sousa não encontra a salvação na parceria com o Governo Federal? Quem sabe?
Já imaginou revivermos a cena bíblica?
Dilma Rousseff, como um Cristo salvador, liberando verbas e obras para Natal, poderá dizer:
- LEVANTA-TE, LÁZARO!
Ou melhor: - LEVANTA-TE, MICARLA!
Fonte: Blog do Diógenes Dantas em http://www.nominuto.com.br/ em 02.03.2011
terça-feira, 1 de março de 2011
01/03/2011 Correção Salarial
Em 2011, a previsão é que o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação no município cresça 21,15%. Esse percentual representa R$19 milhões a mais nos cofres públicos. Além disso, há os impostos arrecadados pela Prefeitura, principalmente IPTU e ISS. Sobre este último, não existe controle social, apesar do ente público ser obrigado a disponibilizar essas informações para a população.
Segundo a coordenadora geral do Sinte, Fátima Cardoso, há outro argumento utilizado pela Prefeitura para justificar a falta de investimentos na área: o limite fiscal. “Mas esse limite não foi atingido ainda. Tanto é que Micarla fez uma proposta de reajuste salarial para os educadores de 6,47%, a partir de março”, explica. A proposta não foi aceita pela categoria por estar aquém do reajuste previsto pelo MEC, de 15,29%. Esse percentual é definido pelo próprio Ministério da Educação, que se baseia no ano anterior.
“Considere-se como contraditório, ainda, o término do quadrimestre em MARÇO. São essas contradições da administração que revelam a determinação da prefeita em não cumprir a lei, bem como a existência de manobras para confundir a categoria e a direção do Sinte”, afirma a dirigente.
Para diretoria do Sinte, justificativas da prefeitura são incoerentes com a realidade
A Prefeitura Municipal de Natal tem afirmado constantemente que não tem dinheiro para a área da Educação, sobretudo para a correção salarial dos educadores de acordo com o que a lei prevê. Para discutir a questão, a diretoria do Sinte se dirigiu à Secretaria de Educação e, mais uma vez, confirmou que as justificativas dadas pela administração municipal são incoerentes com a realidade.Em 2011, a previsão é que o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação no município cresça 21,15%. Esse percentual representa R$19 milhões a mais nos cofres públicos. Além disso, há os impostos arrecadados pela Prefeitura, principalmente IPTU e ISS. Sobre este último, não existe controle social, apesar do ente público ser obrigado a disponibilizar essas informações para a população.
Segundo a coordenadora geral do Sinte, Fátima Cardoso, há outro argumento utilizado pela Prefeitura para justificar a falta de investimentos na área: o limite fiscal. “Mas esse limite não foi atingido ainda. Tanto é que Micarla fez uma proposta de reajuste salarial para os educadores de 6,47%, a partir de março”, explica. A proposta não foi aceita pela categoria por estar aquém do reajuste previsto pelo MEC, de 15,29%. Esse percentual é definido pelo próprio Ministério da Educação, que se baseia no ano anterior.
“Considere-se como contraditório, ainda, o término do quadrimestre em MARÇO. São essas contradições da administração que revelam a determinação da prefeita em não cumprir a lei, bem como a existência de manobras para confundir a categoria e a direção do Sinte”, afirma a dirigente.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
28/02/2011 Concurso
Governo do Estado ganha prazo para realização do concurso para professores
O Governo do Estado do Rio Grande do Norte continua obrigado a realizar o concurso público para professores, mas ganhou um prazo de 45 dias para apresentar um novo quadro da necessidade de preenchimento de vagas.
Recentemente, o Governo suspedeu todos os concursos do Estado, mas o ministério público se reuniu com as secretarias estaduais de planejamento, administração e educação para cobrar a determinação judicial que obriga o Estado a fazer concurso para contratação de professores.
Recentemente, o Governo suspedeu todos os concursos do Estado, mas o ministério público se reuniu com as secretarias estaduais de planejamento, administração e educação para cobrar a determinação judicial que obriga o Estado a fazer concurso para contratação de professores.
A informação foi repassada na semana passada pelo coordenador de recursos humanos da Secretaria Estadual de Educação, Pedro Guedes a uma comissão do Sinte-RN, formada pelo professor Rômulo e a diretora Beatriz Lima.
Pedro Guedes relatou que o Secretário Estadual de Administração Manoel Pereira contestou os números de vagas necessários para se chegar a normalidade nas escolas estaduais. Para ele o número de professores a serem contratados pode se menor. “É o Estado contestando o Estado. ”, observa Rômulo Arnauld.
Pedro Guedes relatou que o Secretário Estadual de Administração Manoel Pereira contestou os números de vagas necessários para se chegar a normalidade nas escolas estaduais. Para ele o número de professores a serem contratados pode se menor. “É o Estado contestando o Estado. ”, observa Rômulo Arnauld.
Para Rômulo, o adiamento só estende a agonia da educação do Rio Grande do Norte. "Se os cálculos forem alterados a comissão do concurso terá que reiniciar os trabalhos do ponto zero", lamenta.
Fonte: www.sintern.org.br em 28.02.2011
Fonte: www.sintern.org.br em 28.02.2011
Assinar:
Postagens (Atom)