quinta-feira, 17 de março de 2011


Uma revolução na educação pública, por Gilberto Dimenstein

Imagine uma escola pública dirigida pela comunidade, com a liberdade de escolher e demitir os diretores e os professores, além de estabelecer seu próprio currículo e o número de horas que os alunos estudam. Esse tipo de escola independente gera um intenso debate nos Estados Unidos, mas virou um objeto de desejo dos pais e criou enormes filas de espera --e, por isso, apesar da resistência dos sindicatos e dos burocratas, se dissemina.

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