
"Não resisto. Tomo o leite que todos tomam. Faminto... faminto mamo no seio deste meio hipocritamente materno. Num abraço terno, me debato indefeso, mas estou preso". Versos ásperos e quase audíveis do poeta Zenildo César, de apenas 20 anos, retratam a história do jovem escriba que vive solitário em um pequeno quarto numa rua do centro da cidade de Natal e que sobrevive através do preço das suas poesias. Simples e introvertido, o jovem poeta relatou para a equipe de reportagem de O Poti/Diário de Natal toda a sua história e como trilhou os horizontes da sua vida durante os 20 anos de sua existência.
Fonte: Blog do Professor Ivanilson em 22.04.2011
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